Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006

PARABÉNS!

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Este novo post é só para desejar publicamente os PARABÉNS à R. (que ela sabe quem é e alguns de vocês também) e muitas felicidades. Que possamos festejar muitos dias destes e que melhores.

Ha! E anima-te que vem aí surpresa! P.S. E da grossa! Tal como eu gosto!


Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2006

Alguém e a velhice

Este “post” é bastante diferente, embora isso seja impossível, porque quem o escreve sou eu e como tal o estilo de escrita é o mesmo, por isso, afinal até é bastante semelhante. Contudo, é sobre uma pessoa bastante distante de mim e isso faz dele um “post” singular.

Hoje depois de uma atribulada viagem de autocarro, que já descrevo, vinha para casa e de repente lembrei-me de um amigo distante, o Ghzim. Não, não é um boneco, nem alguém fruto da minha imaginação. O nome dele é mesmo este, porque ele é albanês. Sim, há um país chamado Albânia, que fica na Europa e que faz fronteira com a Grécia, a Macedónia e o Kosovo. É um país profundamente marcado pela infelizmente “famosa” guerra do Kosovo, a chamada limpeza étnica que os sérvios levaram a cabo contra os albaneses, ou se preferirem a guerra do pássaro negro, tradução para a palavra Kosovo.

E foi por causa dessa dita “limpeza”, que eu conheci o Ghzim. Afinal, nem tudo é completamente bom, nem completamente mau.

Ma antes de continuar a dissertar, vou contar a minha viagem de autocarro. Entro eu calmamente no 4, que por sinal, era alusivo ao Miguel Torga e é um eléctrico bastante bonito, e sento-me calmamente, à espera da minha paragem. Quando a meio do caminho o dito eléctrico começa a asniar, ou em português corrente, a avariar. Quando começava a arrancar, soluçava que se fartava e não se mexia do sítio. Isto de conduzir e andar de eléctricos tem muito que se lhe diga! Por fim, o sr. motorista lá consegue fazer avançar o 4 e seguimos aos soluços continuamente. A pior parte acontece quando, a meio do meu percurso, uma sra. lhe diz que quer sair, mas o sr. motorista acha que ainda falta para a paragem e não a deixa sair. Entretanto, o autocarro começa outra vez a soluçar forte e feio, a ponto de eu sentir o meu estômago a subir à garganta, e não estou a brincar. A sra. desequilibra-se e quase cai à conta dos ditos soluços, até que por fim, lá chega próximo da paragem e o autocarro pára, não sem antes o sr. motorista ter dito à sra. (que era bastante idosa, esqueci-me de referir) que teria da sair pela porta de trás e não pela da frente, o que seria muito mais prático.

Claro que esta história não é nada de anormal e já se deve ter repetido dezenas de vezes, senão centenas, nesta cidade. Imagino que em Lisboa ou no Porto ainda seja pior, mas a mim incomodou-me. Incomodou-me porque sinto que vivemos numa sociedade profundamente ocidentalizada, em que os velhos ou idosos, como preferirem, são profundamente mal tratados e desprezados. Vivemos numa sociedade em que não valorizamos as histórias de vida, nem as experiências dos que já viveram. Vivemos numa sociedade em que o próprio conceito de “velho” é visto como pejorativo. Ser velho é ser um fardo. E ao designarmos tais pessoas por “idosas”, parece que estamos a fazer um favor por não as tratarmos por velhas. Mas depois fazemos pior e tratamo-las como algo que já não nos faz falta, é mais um empecilho que temos que aturar e suportar.

Será possível que não consigamos ver os anos de vida e experiência que elas acumularam? Será possível que não consigamos respeitar tudo o que elas já viveram? Que não consigamos reconhecer o seu valor? Que não consigamos agradecer-lhes por terem ajudado a construir esta sociedade, este país, no fim de contas a nossa nação?

Irrita-me que não haja respeito pela idade, afinal de contas “a antiguidade é um posto”. É como se agora um/a caloiro/a chegasse ao pé de mim e me considerasse um fardo que teria de suportar a conviver na mesma faculdade. Porque será que só respeitamos até certa idade e de certa maneira?

Neste aspecto não posso deixar de admirar o oriente e as sociedades orientais, em que os mais velhos são motivo de orgulho. Sociedades em que há um profundo respeito pelos anos de sabedoria que estes acumularam. Também sei que isto se passa em algumas tribos selvagens de certos países, para mim desconhecidos; em que o mais velho é o chefe da tribo ou o sábio. Qual será o problema com o conceito de ancião?

Mas não era nada disto que eu tinha planeado escrever hoje. Tudo porque a meio do curto trajecto a pé até minha casa me lembrei do meu amigo Ghzim. Esse ser humano fantástico que tinha mil histórias de vida para contar e ainda mais receitas de culinária fantásticas para me ensinar. Nunca me vou esquecer que foi ele que me ensinou o truque do Spaghetti alla Carbonara ou alla Bolognese.

O Ghzim emigrou para Itália muito novo, tinha perdido o pai na guerra do Kosovo e vivia com a mãe e a irmã. Mas na Albânia ele não tinha condições financeiras para continuar a estudar e no período do pós-guerra em que se vivia, era difícil arranjar um trabalho. Assim, Itália pareceu-lhe um bom destino. Começou por ir até Florença, mas como era uma cidade muito cara para se viver, foi descendo ao longo do país, já que à medida que nos aproximamos de África o nível de vida vai diminuindo. Até que por fim chegou à Sícilia e por lá, acabou mesmo por ficar por Palermo, sítio onde nos conhecemos.

Estudava Direito na Facolttá di Jurisprudenzia della Universitá di Palermo. Trabalhava de noite e aos fins-de-semana num restaurante da cidade. Ironia ou não, era um albanês a cozinhar comida italiana e de boa qualidade!

Este era o meu amigo Ghzim, alguém profundamente marcado pela guerra, que vivia num país que não era o seu, mas que se considerava siciliano e não italiano. Alguém que demorou 10 minutos a fazer-me pronunciar o seu nome correctamente; alguém que teve que me mostrar o seu BI para que eu percebesse, mal e porcamente diga-se, o seu nome. Alguém que me ajudou a falar um pouco melhor italiano, que me ensinou os truques da dita cozinha desse país; alguém que meabriu o seu álbum de memórias e me explicou uma guerra que nunca ninguém percebeu. Alguém que teve paciência para me ensinar a conjugar verbos estranhos em tempos ainda mais esquisitos que não lembram a ninguém; alguém que usava um chapéu de crochet na cabeça para não ser atacado pela Máfia siciliana; alguém que adoptou outro país como Pátria-Mãe; alguém que compartilhou comigo desse sentimento tão português que é a Saudade.

Alguém que me ensinou que a vida é curta, mas maravilhosa e que viver noutro país não é tão mau como parece. Alguém que dormia 2 ou 3 horas por noite para poder sustentar-se e poder tirar um curso; alguém que tinha o sonho de voltar para o seu país e exercer uma profissão que impusesse alguma justiça por lá; alguém que me desejou Bom Natal no ano de 2003; alguém que tinha um tom de pele muito diferente do meu e nem por isso era menos digno que eu. Alguém que partilhou comigo garrafas de vido, saudades dos pais, lágrimas de cortar cebola, sorrisos de bebedeiras, jogos de cartas, conversas meio em italiano, meio em português, meio em inglês e meio em espanhol; alguém que me abraçou em alguns momentos de verdadeira tristeza. E principalmente alguém que me lembrou que eu era muito jovem para desistir fosse do que fosse e que a coragem é algo de maravilhoso e intrínseco à minha personalidade.

Por tudo isso, resolvi homenagear o meu amigo Ghzim. Mesmo sabendo que só por milagre ele o vai saber. Mesmo assim, e por alguns dos momentos mais fantásticos da minha vida, obrigada Ghzim.


Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006

Morro lentamente

Hoje dei por mim a pensar na morte... É um assunto um pouco estranho, mas de alguma forma inevitável. Todos acabamos por morrer um dia, e o problema é que quando esse momento chegar nos vamos aperceber que podíamos ter feito mais coisas na vida. É triste, mas geralmente é assim! A morte bate à porta nos momentos mais inoportunos e nós não lhe podemos fugir, nem fingir que não ouvimos o "knock, knock".

Ontem estava a falar com a J. sobre isso e apercebi-me de que a vida é mesmo assim. Todos vamos acabar por morrer um dia e quando esse dia chegar, eu sei que vou concluir que podia ter feito muito mais na minha. Que devia ter aproveitado melhor os momentos, que não devia ter deixado que eles fossem tão fugazes. Que os devia ter agarrado com unhas e dentes, que não devia ter permitido que nada, nem ninguém me tirasse o pedacinho de céu a que tinha direito.

Porque é que quando estamos infelizes, não deixamos os outros viver a plenitude da sua felicidade? Será inveja? Egoísmo? Tristeza por nós próprios? Não sei... Será que quando morremos a nossa alma paira sobre aqueles que gostamos? Ou seremos banidos da vida daqueles que gostamos, de modo a não podermos interferir nela? Para quem acredita no Céu, Purgatório e Inferno é muito mais simples. Limitamo-nos a atingir o último patamar da escada que é a vida, mas eu não sou dessas coisas.

Ouve um tempo em que a minha maior curiosidade era saber o que iria acontecer quando a minha alma abandonasse o meu corpo, mas depois percebi que o próprio conceito de alma não é absoluto. Um dia lamentar-me-ei de decisões que tomei. E quando dou conta disso, pergunto-me se não morro também um pouco com isso. Será que só morremos quando o nosso corpo deixa de funcionar? Ou isso acontece quando o nosso coração deixa de bater? Sinto-me a morrer aos poucos, quando não tenho a coragem de dizer o que penso e fazer o que digo ou aquilo a que me propus. Não daquela maneira estúpida de que é mais um dia que passa, menos um dia de vida. Acho que as coisas não podem ser vistas assim. Um dia a menos é melhor que muitos dias a mais, depende daquilo que fizermos com essas 24 horas.

Mas sinto a morte por perto, muitas vezes, acho que morremos quando não somos capazes de fazer aquilo que realmente queremos ou quando estamos presos a condicionalismos estúpidos e sem significado. Ou quando não temos a coragem de arriscar, mesmo sabendo que até podemos perder.

Morremos quando não somos nós próprios...


Soprado por: Asa às 17:04
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2006

Tu és eu e eu sou tu

Há dias em que te sentes tão miserável, que nem o mais belo pôr-do-sol, visto da mais bela janela consegue animar a tua alma. E tu sabes que fizeste tudo o que podias para ser feliz, mas pura e simplesmente a tua alma não sente o mesmo, e aí sabes que falhaste na mais nobre e vital missão do dia-a-dia.

Não há nada que te anime, é impossível sentires aquele júbilo que te atravessa nos momentos felizes.

Mesmo quando escreves estas palavras estás a derramar mais umas lágrimas, porque sentes que desperdiçaste das coisas mais valiosas que tinhas, a vida. Sentes que falhaste perante ti própria e que não cumpriste nada do que te tinhas proposto há uns anos atrás.

Até viajaste e conheceste alguns países, até viveste fora do teu país por uns meses, até conheceste pessoas e culturas muito diferentes, mas neste momento tudo isto não te basta. Sentes desesperadamente que não chega. Estás num ponto em que estás quase a bater bem no fundo, mais um pouco e vais entrar em black out!

Amaste muitas pessoas de maneiras muito diferentes. Ainda amas algumas mesmo que não queiras admitir, mas mesmo isso não te preencheu. A paixão que sentiste por alguns homens da tua vida, sim, mas como tudo na tua vida foi algo efémero. Nem isso dura para sempre. Como te dizia um amigo da tua mãe “A paixão dura 3 meses”, e como te dizia a tua amiga Filipa na última 5ª feira à noite, “Não! A paixão dura 8 meses!”. Seja como for sabes que não é eterna.

A única coisa eterna na tua vida é o teu desejo inconstante de abrir asas e voares. Só quando viajas te preenches, te realizes e sentes que vale a pena estares viva. Que se passa contigo, que nestes últimos dias, que já perfazem meses, só pensas em abrir asas outra vez e bazares? O que te aconteceu? Será algum efeito colateral da pessoa que vive contigo? Sim, porque ele vive contigo, mesmo que tu não o saibas ou não o admitas… quer-me parecer que sim. Acho que como tu gozavas ontem, é algo que se passa por osmose, ou por meiose ou por mitose. Tanto dá! É transmissível. Estou até a pensar em chamar-lhe um vírus. Tu que agora nadas numa onda de vírus e doenças, só trabalhas nessas áreas, já devias saber que sim. Que o bichinho das viagens, do correr mundo e do querer saber e conhecer tudo, é algo que se passa de uns para outros. Falta-te companhia? Não me parece, tudo o que não te falta é companhia, nem que seja a companhia da tua própria sombra. E houve algo que nunca te faltou na vida foi companhia… tu sabes!

Vive à grande! Cada dia como se fosse o último! E já agora fuma esse cigarro, senão morres. Eu sei que costuma ser o oposto, mas contigo é tudo ao contrário, mais coisa menos coisa.

Ha! E não te esqueças disso, porque é muito bonito escrever para alguém que és tu própria e não teres coragem de o por na primeira pessoa. Sim porque tu és eu e eu sou tu…

 


Soprado por: Asa às 16:17
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006

John Lennon

Amo a liberdade. E deixo as coisas que amo serem livres: se elas voltarem é porque as conquistei, senão voltarem é porque não me pertencem.

Soprado por: Asa às 14:35
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Erros

Acho que acabei de cometer um erro enorme... Disse tudo o que me apeteceu e acho que me deixei levar pelo fogo das palavras. Provavelmente acabei de cometer uma grande injustiça e pelo caminho magoei uma das pessoas que mais gosto... :(

Se o fiz só lamento e tenho pena que coisas tão mínimas me tenham tirado do sério, mas a vida é mesmo assim e ninguém nos pode condenar, a não sermos nós próprios, tal como eu tou a fazer.

"Vives a vida a fugir das grandes decisões e por isso iludes-te com perspectivas banais e ocas de sentidos e sentimentos." É uma bela frase que me saiu, apesar da sua beleza de palavras e de sentido, deve ser uma das que mais vai doer, quanto outra pessoa a ler. Eis mais uma prova de que tudo o que é belo não é necessário bonito e/ou benéfico.

Ando com falta de inspiração neste início de Ano. Para terem uma ideia nem sequer fui capaz de fazer resoluções de Ano Novo. Cheguei a uma fase da minha vida que tudo isso me parecem perspectivas banais. Delinear objectivos é uma coisa para ser feita dia-a-dia e não ano a ano. Aquela célebre máxima latina Carpe Diem é um dos lemas que resolvi adoptar neste ano, já que não compreendo certas coisas e certas pessoas, vou optando por disfrutar os momentos fantásticos que a vida me proporciona.

Não sei qual é o caminho que vou seguir nestes próximos dias e meses, mas sei que vai ser aquele que eu quiser e decidir. Tou farta de viver a vida presa a condicionalismos estúpidos e sem sentido. Como eu dizia à alguns dias atrás, resolvi dar o Grito do Ipiranga e partir em viagem, quiçá até ao Brasil.

Tá na hora de acordar e começar a ser EU mesma e a realizar-me, não enquanto pessoa, mas enquanto ser humano. Algo muito mais importante e que se devia impor como um dever para toda a vida.

Há coisas que não percebo e que alguns teimam em não me explicar, mas não desisto. Acredito que aquilo que tiver que vir até mim, arranjará uma forma de o fazer, mesmo que eu não o queira. Tou numa de acreditar no destino e nas suas inúmeras possibilidades. É como eu dizia da outra vez, a perspectiva do desconhecido é uma coisa fantástica, porque qualquer pequena coisa nos pode levar para o ponto oposto onde nós estamos.

Sou feliz, neste momento. E isso é o que mais me interessa. Tudo o resto são acoplados que vêm e vão...


Soprado por: Asa às 14:28
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2006

Sonhos...

Ano Novo, Vida Nova!

Não é a frase mais original, eu sei, mas é mesmo o que sinto e o que me proponho a fazer neste novo ano.

Ontem foi uma noite muitíssimo produtiva e a madrugada também. Acho que finalmente percebi que ninguém é de ninguém e que só somos um pouco dos outros enquanto eles quiserem e nós deixarmos.

Tenho um misto de sentimentos todos baralhados como um novelo de lã roxa. E quando me sinto assim sou extremamente dispersa a escrever, o que é muito mau porque ninguém consegue acompanhar o meu raciocínio.

Acho que percebi que todos procuramos o mesmo, com mais ou menos coragem, e com mais ou menos força de vontade. Infelizmente nem todos o encontramos.

Amigos é que são a verdadeira melhor coisa do Mundo. Só eles nos preenchem sem pedirem nada em troca, fazem-nos sorrir e rir, animam-nos e dão-nos a mão para nos ajudarem a atravessar as águas turbulentas da vida.

Ontem, um amigo meu dizia que a vida é como o surf, tão depressa estás na crista da onda com tens de te levantar e voltar a cavalgar mais uma onda que aí vem. E ele tem toda a razão. Por isso, aqui fica a minha homenagem a ele que sabe quem é!

Hoje percebi que a vida dá milhares e milhares de voltas e essa coisa que se chama de destino é que de facto nos surpreende e consegue arrancar-nos um sorriso dos lábios. É fantástico não saber o que me vai acontecer amanhã, ou com quem vou chocar na rua e o que essa pessoa e esse simples facto pode mudar a minha vida. É fantástico não saber onde posso ir parar amanhã só pelos simples de facto de estar cansadíssima da noite de ontem e poder adormecer no autocarro. É fantástico não saber o que vou encontrar daqui a bocado junto ao rio. É ainda mais extraordinário não saber o que a outra pessoa me vai responder quando lhe disser tudo o que penso. Isso são as coisas com que vale a pena surpreendermo-nos! Às vezes não tem a mínima piada sabermos o que o Mundo nos reserva. No entanto, isso é uma das maiores curiosidades do Homem. Já diz a Bíblia que Adão e Eva comeram a maçã e descobriram que estavam nus.

Para mim, o mais importante nessa história toda e o facto de nenhum deles saber o que lhes iria acontecer depois de terem comido o tal fruto. O destino é uma coisa maravilhosa!

É verdade, antes que me esqueça tenho de agradecer ao ToYne ManEL, seja ele quem for, mas foi o primeiro ou primeira a comentar o meu blog e isso merece honras de referência. Além disso ler a mensagem que ele me deixou no meu dia de anos, foi uma coisa absolutamente fascinante. Como eu escrevia aqui à pouco, o destino é uma coisa fascinante, não imaginam o que essa mensagem significou para mim nesse dia. Foi uma das melhores coisas que me aconteceu e foi totalmente inesperado. Por isso, Muito Obrigada!


Soprado por: Asa às 16:17
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