Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006

Erros

Acho que acabei de cometer um erro enorme... Disse tudo o que me apeteceu e acho que me deixei levar pelo fogo das palavras. Provavelmente acabei de cometer uma grande injustiça e pelo caminho magoei uma das pessoas que mais gosto... :(

Se o fiz só lamento e tenho pena que coisas tão mínimas me tenham tirado do sério, mas a vida é mesmo assim e ninguém nos pode condenar, a não sermos nós próprios, tal como eu tou a fazer.

"Vives a vida a fugir das grandes decisões e por isso iludes-te com perspectivas banais e ocas de sentidos e sentimentos." É uma bela frase que me saiu, apesar da sua beleza de palavras e de sentido, deve ser uma das que mais vai doer, quanto outra pessoa a ler. Eis mais uma prova de que tudo o que é belo não é necessário bonito e/ou benéfico.

Ando com falta de inspiração neste início de Ano. Para terem uma ideia nem sequer fui capaz de fazer resoluções de Ano Novo. Cheguei a uma fase da minha vida que tudo isso me parecem perspectivas banais. Delinear objectivos é uma coisa para ser feita dia-a-dia e não ano a ano. Aquela célebre máxima latina Carpe Diem é um dos lemas que resolvi adoptar neste ano, já que não compreendo certas coisas e certas pessoas, vou optando por disfrutar os momentos fantásticos que a vida me proporciona.

Não sei qual é o caminho que vou seguir nestes próximos dias e meses, mas sei que vai ser aquele que eu quiser e decidir. Tou farta de viver a vida presa a condicionalismos estúpidos e sem sentido. Como eu dizia à alguns dias atrás, resolvi dar o Grito do Ipiranga e partir em viagem, quiçá até ao Brasil.

Tá na hora de acordar e começar a ser EU mesma e a realizar-me, não enquanto pessoa, mas enquanto ser humano. Algo muito mais importante e que se devia impor como um dever para toda a vida.

Há coisas que não percebo e que alguns teimam em não me explicar, mas não desisto. Acredito que aquilo que tiver que vir até mim, arranjará uma forma de o fazer, mesmo que eu não o queira. Tou numa de acreditar no destino e nas suas inúmeras possibilidades. É como eu dizia da outra vez, a perspectiva do desconhecido é uma coisa fantástica, porque qualquer pequena coisa nos pode levar para o ponto oposto onde nós estamos.

Sou feliz, neste momento. E isso é o que mais me interessa. Tudo o resto são acoplados que vêm e vão...


Soprado por: Asa às 14:28
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